Rio Negro

A cota medida na régua do Porto de Manaus (ANA, estação 14990000) — de 1903 a 2024, a série mais longa do painel. Toda cota desta página declara a janela do calendário com que está sendo comparada: o rio se move metros dentro do ano, e um posto calculado "no ano" transforma cheia em recorde de seca.

A série longa — 1903 a 2024

A linha é a média do ano; a faixa cinza vai da menor à maior cota do ano. A tracejada marca a mínima de (), o recorde dos anos. É hidrologia medida, não estimada — e a ressalva vale: é uma estação, não a bacia.

A conta condicional à data

Cada um dos pontos é a menor cota da janela daquele ano — a mesma janela em todos os anos. É contra essa série, nunca contra o ano inteiro, que o posto é medido. A janela sai do próprio dado: os dois meses consecutivos em que as mínimas anuais mais caem.

O mesmo ano, doze meses, doze postos diferentes: novembro é o mais baixo de todos os , janeiro é apenas o º. Sem condicionar à data, um valor de junho seria comparado com a mínima de novembro e a comparação não significaria nada.

Mês a mês — 2010 a 2024

Cada célula é a menor cota de um mês; azul mais escuro é cota mais alta (cheia) e mais claro, cota mais baixa (seca). A faixa clara no fim de 2023–2024 é a seca. A matriz cobre só os anos em que a série mensal é contínua neste formato (2010–2024); a série histórica mensal do mesmo posto vai até 2014 e entra na conta longa acima.

Chuva no estado — CHIRPS

A chuva é do estado do Amazonas, não da bacia inteira que alimenta o rio — contexto, não explicação. CHIRPS, média mensal por município somada no ano, 2003 a 2025.

Procedência